
O Instituto de Pesquisa e Planejamento de Fortaleza (Ipplan) realiza, de 3 a 5 de junho, das 14h às 16h, três mesas-redondas sobre as melhores práticas e inovação em monitoramento e avaliação de políticas públicas. O evento é virtual, será transmitido pelo canal de YouTube do Ipplan e do Observatório de Fortaleza e integra a Semana de Avaliação gLocal, ação global que reúne profissionais de avaliação, formuladores de políticas, gestores públicos e profissionais para compartilhar conhecimentos.
A Semana gLocal, organizada localmente pelo Ipplan, é uma iniciativa da Global Evaluation Initiative (GEI), e coordenada nacionalmente pelo Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados para a África Lusófona e o Brasil da Fundação Getúlio Vargas (FGV EESP CLEAR). Em nível global, o evento ocorrerá de 2 a 6 de junho.
Com o tema “Promoção e monitoramento de políticas públicas para igualdade de gênero em Fortaleza”, a primeira mesa será realizada na terça-feira (3/6) e conta com a presença da secretária das mulheres de Fortaleza, Fátima Bandeira; da coordenadora do Data Mulheres, também da Secretaria da Mulher de Fortaleza, Isabel Andrade; e mediação da pesquisadora do Observatório de Fortaleza (Ipplan), Gabrielle Santana. Na oportunidade, as convidadas apresentarão ferramentas e práticas que estão sendo desenvolvidas para a avaliação de indicadores e promoção da igualdade de gênero.
Já a segunda mesa, dia 4 de junho, tem como tema “Justiça climática e ferramentas de monitoramento de riscos climáticos” e conta com as presenças: Tenente-Coronel da Defesa Civil, Haroldo Gondim; a coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo na Faculdade Luciano Feijão (Sobral), Marília Gouveia; o UX / UI designer do Ipplan, Diego Macedo; e o desenvolvedor de sistemas do Ipplan, Augusto Feitosa; e mediação da gerente de planejamento estratégico do Ipplan, Dalila Menezes. O encontro promete apresentar como Fortaleza pensa o uso de ferramentas de monitoramento de eventos de risco para guiar a tomada de decisão diante de situações climáticas adversas. Além disso, traz também um exemplo prático de como o uso inteligente de dados pode auxiliar no planejamento estratégico e avaliação de políticas públicas que mitiguem a desigualdade climática local.



