
A deputada Dra. Silvana (PL) criticou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), nesta terça-feira (10/03), o que classificou como divergência entre o conceito de terrorismo presente no dicionário e o que, na avaliação dela, seria a interpretação adotada pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
Durante o pronunciamento, a parlamentar leu a definição do termo. “Terrorismo é o uso de violência ou ameaça de violência para causar medo na população, geralmente com o objetivo de pressionar governos, grupos ou sociedade por motivos políticos, religiosos ou ideológicos. Terrorismo é uma violência planejada para espalhar medo e forçar mudanças políticas ou sociais”, afirmou.
Em seguida, a deputada mostrou duas “pastas” simbólicas para comparar situações que, na visão dela, seriam tratadas de maneira diferente pela esquerda. Ela citou, por exemplo, a expulsão de famílias de comunidades dominadas por facções. Na avaliação da deputada, esses episódios deveriam ser considerados terrorismo. “Para mim, facção criminosa é sim terrorismo, mas infelizmente para o PT não é terrorismo”, argumentou.
Dra. Silvana também criticou o que classificou como uma inversão de valores no debate político e social e defendeu que crimes contra mulheres devem ser combatidos em qualquer lugar do mundo. A parlamentar ainda criticou o que classificou como omissão diante dessas situações.
“Matar mulheres é crime em qualquer lugar, é crime aqui, é crime no Irã, é crime em todo canto. Mulher não pode apanhar aqui e também não pode apanhar lá”, disse.


