
O deputado Guilherme Sampaio (PT) classificou o ex-ministro Ciro Gomes como “ex-quase nada e futuro quase nada” durante seu pronunciamento no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará desta quinta-feira (23/10).
De acordo com o parlamentar, o “novo porta-voz do bolsonarismo” estaria se ocupando apenas em atacar a honra alheia e que sua aliança com a extrema-direita do Ceará seria a fusão de um “Frankenstein” com “Mula sem Cabeça”. “Não nos incomodamos com Ciro Gomes, nos incomodamos com patifaria. Vamos impor limite a isso, sim. Mentir em favor do próprio narcisismo e contra os interesses do cearense merece limite, sim. Temos que refletir sobre o que significa essa possível aliança de ódio contra o povo do Ceará”, apontou.
O petista afirmou que, ao contrário da extrema-direita, seu grupo político tem responsabilidade com o desenvolvimento do Estado. “Aqui temos responsabilidade. Um projeto que começa ainda com Cid Gomes, nos rendendo o título de melhor educação do País. Projetos de infraestrutura, de ampliação da saúde pública com hospitais regionais. Enquanto do outro lado se perde a dignidade a ponto de atacar, criticar e ser descortês com a própria família. Lamento demais que pessoas como o senador Tasso Jereissati se aliem a isso”, avaliou.
Em aparte, o deputado Léo Suricate (Psol) sugeriu que o ex-presidente Bolsonaro só não esteve presente na filiação de Ciro por estar prestes a ser preso. “Vocês sabem quem deveria estar lá e só não estará no possível lançamento da candidatura de Ciro Gomes ao Governo porque estará preso? Mas tem que lembrar que a cabeça dele é a pensante. E confesso que é muito estranho ver André Fernandes junto a Ciro Gomes”, provocou.
Já o deputado Agenor Neto (MDB) salientou que o apoio do povo é conquistado com união e projeto, não com agressões. “Vimos Eudoro Santana e Onélia (Santana) serem atacados, pessoas com um histórico extraordinário de serviço pelo nosso Estado. É lamentável”, opinou.



