Com exposições e show, Museu da Imagem e do Som do Ceará é opção de programação neste feriado

O Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS CE) abre as portas nesteferiado de Corpus Christi com exposições e atividades culturais para todas as famílias.

O museu, que integra a Rede Pública de Equipamentos Culturais (Rece) do Governo do Ceará, vinculada à Secretaria da Cultura, com gestão parceira do Instituto Mirante, estará em funcionamento durante todo o fim de semana.

Um dos destaques da programação é o show da cantora e instrumentista Clarisse Aires, que apresenta, no sábado (6), espetáculo marcado pela experimentação sonora e pela liberdade criativa.

Na quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, e na sexta-feira (5), ponto facultativo no Ceará, o MIS CE estará em funcionamento: na quinta, das 10h às 18h (com acesso até 17h30) e na sexta, das 13h às 20h (com acesso até 19h30). A Biblioteca Marly Mariano & Thomaz Farkas estará aberta nesta quarta-feira, dia 3 de junho.

Show na Praça do MIS CE
No sábado, Clarisse Aires sobe ao palco da Praça do MIS. A artista conduz o público por composições que transitam entre a música instrumental brasileira, o som experimental e o free jazz, criando experiências imersivas e sensoriais que revelam diferentes camadas de sua pesquisa musical contemporânea.

O show será a partir das 18h30 e integra o processo de construção do primeiro álbum de Clarisse, “Trocando de Pele”, com produção de Clau Aniz e coprodução de Arto Lindsay. No repertório, a artista apresenta obras autorais, em uma performance que une improvisação, texturas sonoras e intensidade poética.

Galeria da Liberdade
Na Galeria da Liberdade, espaço gerido pelo Museu e que faz parte do conjunto arquitetônico do Palácio da Abolição, segue aberta à visitação a exposição “Encantarias da Liberdade Indígena no Ceará”.

A curadoria da mostra é de Nyela Jenipapo, Rodrigo Tremembé e Suzenalson Kanindé, indígenas dos povos Jenipapo-Kanindé, Tremembé e Kanindé. A exposição apresenta obras que reúnem narrativas de resistência, de luta e de identidade de 17 povos indígenas presentes em 21 municípios do Ceará.

A Galeria reforça sua ressignificação como espaço simbólico da Cidade e reafirma a centralidade da luta pela garantia de direitos humanos na construção de uma sociedade mais democrática e diversa, na qual a cultura e a educação são fundamentais para o exercício pleno da cidadania.

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